• Valéria Moreira

Discurso Presidente Macron do dia 13/04/2020 - Traduzido em Português

"Franceses, francesas, meus caros compatriotas, estamos vivendo dias difíceis.

Todos nos sentimos neste momento, medo, angustia, por nossos pais, por nos mesmos, face à este vírus assustador, invisível, imprevisível.


O cansaço para alguns, o luto e a tristeza para outros.


Este período é ainda mais difícil de viver, quando somos vários habitando um apartamento pequeno, quando não dispomos em casa dos meios de comunicação necessários para aprender, se distrair, conversar… ainda mais difícil de viver, quando ha tensão e que os riscos de violência dentro da família ritma o cotidiano. E todos nos medimos neste período, a solidão e a tristeza de nossos anciãos* (tradução livre, visto que a palavra exata seria « dos mais velhos ») .

Porém, graças a nossos esforços, cada dia temos progredido. Nossos funcionários públicos e todo o pessoal da área de saúde, médicos, enfermeiros, ajudantes, paramédicos, socorristas, militares, bombeiros, deram nesta primeira linha de frente, toda suas energias para curar e salvar vidas. Eles asseguraram.


Os hospitais franceses conseguiram atender todos aqueles que se apresentaram. Estes dias, estas semanas foram e continuarão à ser a honra de nossos cuidadores, na cidade, como no hospital.


Na segunda linha de frente, nossos agricultores, professores, caminhoneiros, pessoal da entrega e manutenção, caixas, coletores de lixo, funcionários públicos, jornalistas, trabalhadores sociais, prefeitos, eleitos locais e eu esqueço muitos… ajudados por tantos franceses que se comprometeram… Todos permitiram a vida de continuar, basicamente.


E cada um entre vocês que eu chamei de terceira linha, cada um de vocês, pela suas civilidades, em respeitando as regras do confinamento, graças também à vigilância de nossos policiais e gendarmes, vocês fizeram com que a epidemia começasse à diminuir* (tradução livre – a palavra exata emprega foi « marcar um passo)


O resultado esta ai, varias regiões puderam ser poupadas e desde há alguns dias, as entradas em reanimação diminuem, a esperança renasce. E eu quero nesta noite agradecer calorosamente por esta dedicação e dizer a todos vocês, meu reconhecimento.


Alors, estávamos preparados para esta crise ? Obviamente não o suficiente. Mas nos conseguimos encara-la. Na França, como em qualquer outro lugar, nos tivemos que lidar com a urgência, tomar decisões difíceis, partindo de informações parciais, frequentemente « mudáveis », nos adaptar sem cessar, pois este vírus era desconhecido e ele comporta ainda hoje, muitos mistérios.


O momento, sejamos honestos, revelou falhas, insuficiências. Como em todos os países do mundo, tivemos falta de jalecos, luvas, álcool em gel, nos não pudemos distribuir a quantidade de mascaras que gostaríamos sobretudo, para as equipes médicas/pessoal da área de saúde.


Desde o instante em que este problemas foram identificados, nos nos mobilizamos – Governo, coletividades locais, industrias, associações, para produzir e para adquirir o material necessário. Mas eu meço/entendo plenamente que quando estamos na linha de frente, é difícil de ouvir que uma escassez mundial impede as entregas. Os pedidos foram feitos. Sobretudo, nossas empresas francesas e nossos trabalhadores responderam « Presente ! » e uma produção como em tempos de guerra foi configurada. Nos reabrimos as linhas para produzir, requisicionar e daqui 3 semanas, nos teremos multiplicado por 5 a produção de mascaras e produzido 10.000 respiradores suplementares em solo francês. Estes respiradores tão preciosos em reanimação.


Graças à estes esforços, nos seremos capazes de enfrentar e nos continuaremos à distribuir ainda mais equipamentos.

Mas como vocês, eu vi falhas, muita lentidão, procedimentos inúteis, falhas em nossa logística.


Nós tiraremos todas as conseqüências no devido tempo, quando chegar a hora de nos reorganizarmos.

Estas ultimas semanas, sejamos também justos com o nosso Pais, foram marcadas por verdadeiros sucessos : a duplicação de leitos, as cooperações inéditas entre hospital, clinicas privadas e a medicina de vila/cidade, o transfert de pacientes para as regiões menos atingidas, mas também para o Luxemburgo,

Suíça, Alemanha e Áustria, que eu agradeço ! O ensino à distância, as correntes de solidariedade dentro das comunidades, o sucesso de ter nutrido todos durante estas semanas, sem pausa, com comprometimento. O repatriamento de muitas dezenas de milhares de franceses espalhados pelo mundo inteiro e o apoio aos franceses no exterior.


Com muita frequência, o que parecia impossível ha anos, nos conseguimos fazer em alguns dias. Nos inovamos, ousamos, agimos e mais perto do campo, muitas soluções foram encontradas. Nos devemos nos lembrar, porque estes são pontos fortes para o futuro.


Se eu quis me dirigir à vocês esta noite, apos ter largamente consultado este últimos dias, foi para dizer o que nos espera nestas próximas semanas e próximos meses. A esperança renasce, mas nada é garantido. No Grand Est, como em Ile de France, os serviços hospitalares estão saturados. Em todo lugar no hexágono como em Outre-mer, o sistema é sob tensão. A epidemia ainda não esta sob controle. Nos devemos continuar nossos esforços e continuar à aplicar. Quanto mais elas serão respeitadas, mas nos salvaremos vidas. E por isto que o confinamento o mais estrito deve continuar ainda até segunda, 11 de maio.


Durante este período, esta é a unica maneira de agir com eficacia. Esta é a condição para retardar ainda mais a propagação do vírus. Conseguir reencontrar lugares disponíveis em reanimação e permitir às equipes médicas de reconstituir suas forças.

A segunda, 11 de maio, só sera possível se continuarmos à sermos cívicos, responsáveis, respeitarmos as regras e somente se a propagação do vírus efetivamente continue à regressar. Tenho plena consciência do esforço que peço a todos vocês.


Durante as próximas quatro semanas, as regras previstas pelo governo deverão continuar à serem respeitadas. Elas tem mostrado suas eficacias e devem plenamente serem aplicadas.


Eu peço a todos nossos eleitos, dos quais eu sei a importância neste período, como a Republica o prevê nesta matéria, de ajudar à que estas regras sejam as mesmas em qualquer lugar do nosso território. De toque de recolher foram decididos onde se fez necessário, mas não se deve adicionar outras interdições durante o dia.

Para nossa vida quotidiana, devemos continuar quando saímos, à aplicar os gestos barreiras : manter a distância e lavar as mãos.


Quero também lembrar que todos aqueles que tem uma doença crônica ou sofrem de outras doenças devem poder continuar à consultar seus médicos, pois não é somente o vírus que mata. A extrema solidão, a renuncia aos outros tratamentos podem ser também perigoso. Eu desejo também que os hospitais e asilos, possam permitir de organizar para os mais próximos, com as devidas proteções, uma visita azos doentes em fase final de vida, à fim de poder dizer adeus.

Durante esta fase de confinamento, o pais continua à viver e Felizmente !

Certas atividades estão proibidas, pois são incompatíveis com as regras sanitárias – para todos os outros setores econômicos, quando a segurança dos trabalhadores e de seus dirigentes é garantida, eles devem poder produzir e eles tem feito em grande parte há 1 mês !


Para todos aqueles que precisam ser ajudados durante este período, as medidas de chômage partiel para os assalariados e de financiamento para as empresas, serão prolongadas e reforçadas. Elas já protegem mais de 8 milhões de assalariados e numerosas empresas. Para os artesãos, comerciantes, profissionais liberais e empreendedores, o fundo de solidariedade traz uma primeira resposta, mas eu conheço sua angustia, as cargas/taxas que continuam à chegar, os aluguéis, empréstimos… é por isto que pedi ao Governo de aumentar fortemente as ajudas, de simplificar, de permitir de simplificar este período…


As seguradoras devem também colaborar nesta mobilização econômica. Eu estarei atento à tudo isto.


Portanto, ha um trabalho nos próximos dias à continuar para consolidar economicamente neste período. Rapidamente, um plano especifico sera implementado para os setores como o turismo, a hotelaria, restauração, cultura e setor de eventos – pois os mesmos serão duravelmente afetados - Ajudas especificas serão instauradas e certas anulações de cargas também.

Para os mais desmunidos e mais frágeis, estas semanas são também muito difíceis. Eu quero agradecer aos prefeitos, eleitos locais, associações que se mobilizaram fortemente ao lado do Governo. Eu pedi à estes, que fossem além e que paguem sem demora, uma ajuda excepcional às famílias mais modestas, com crianças, à fim de permitirem que enfrentem suas necessidades essenciais.


Os estudantes em situação precária, vivendo às vezes longe de suas famílias, em particular, quando elas vivem em Outre-Mer, serão, eles também, ajudados. Desde esta quarta-feira, o conselho de ministros de meios financeiros novos e o Governo, trarão todas as respostas necessárias à cada vez que se fizer necessário. O 11 de maio próximo, sera o inicio de uma nova etapa. Ela sera progressiva, as regras poderão ser adaptadas em função de nossos resultados, pois o primeiro objetivo resta a saúde de todos os franceses.

A partir de 11 de maio, nos reabriremos progressivamente as creches, escolas, colégios e liceus. Esta é para mim, uma prioridade, pois a situação atual aumenta as desigualdades. Muitas crianças, especialmente as dos bairros populares, em nossas campanhas/campos, são privadas de escolas, sem ter acesso digital e não podem ser ajudados da mesma maneira por seus pais. Dentro destas circunstâncias, as desigualdades de lojamento, entre famílias, são ainda mais marcantes.


E por isto que nossas crianças devem retornar às suas classes. O Governo, em comum acordo, terá que desenvolver regras especificas : organizar de forma diferente tempo e espaço, para bem proteger professores e alunos, com o material necessário.


Para os estudantes do Ensino Superior, as aulas físicas serão retomadas somente no verão. O Governo precisara à cada um, a boa organização que sera necessária, em especial para os exames/provas e concursos.

O 11 de maio, significa permitir ao maior numero de pessoas de retornar ao trabalho, reiniciar nossas industrias, nossos comércios e nossos serviços. O Governo ira preparar sem demora estas reaberturas com nossos parceiros sociais para que as regras sejam estabelecidas à fim de proteger os empregados nos trabalhos. Esta é a prioridade !


Os lugares recebendo publico, tais como restaurantes, cafés e hotéis, cinemas, teatros, salas de espetáculos e museus continuarão em revanche fechados neste ponto. Os grandes festivais e eventos com grande publico não poderão acontecer antes de meados de julho, no minimo.


A situação será coletivamente estudada à partir de meados de maio, à cada semana, à fim de adaptar o cenário e ter uma visibilidade. Para sua própria proteção, pedimos às pessoas mais vulneráveis, mais idosas, em situação de deficiência severa, os doentes crônicos, de ficar confinadas mesmo apos o 11 de maio. Ao menos num primeiro tempo.

Eu sei que é uma restrição forte/difícil, eu meço o que e estou pedindo e nos iremos, de agora até o 11 de maio, trabalhar de forma à tornar este tempo mais suportável para vocês.


Nós teremos à partir de 11 de maio, uma nova organização para conseguirmos passar esta fase.

A utilização massiva de testes e a detecção do vírus, é uma arma privilegiada para sair ao bom momento do confinamento.


Daqui até lã e nas próximas semanas, nos continuaremos a aumentar o numero de testes feitos à cada dia. E o que já tem ocorrido ha 15 dias, de fato. Durante as semanas que virão, pedi que tais testes sejam praticados primeiramente nos idosos, nas equipes médicas e nos mais frágeis e que nos possamos continuar à mobilizar em todos os lugares, por todos os meios de se fazer os testes, ou seja, através de todos laboratórios públicos e privados.


Em 11 de maio, estaremos em condição de testar todas pessoas apresentando sintomas de contagio. Não iremos testar todos franceses e francesas, pois isto não tem nenhum sentido. Mas toda pessoa tendo um sintoma, deve poder ser testada. As pessoas contaminadas, poderão assim, serem colocadas em quarentena e seguidas por um médico.

Para acompanhar esta fase, diversas inovações são objetos de trabalho com certos parceiros europeus, como por exemplo, uma aplicação digital dedicada, que baseada no voluntariado e anonimato, permitira de saber se sim, ou não, estamos em contato com uma pessoa contaminada. Vocês certamente ouviram falar à respeito.


O Governo terá que trabalhar sobre isto e não negligenciara nenhuma pista, nenhuma inovação. Mas eu espero que antes de 11 de maio, nossas Assembleias possam debater e que as Autoridades competentes possam nos esclarecer. Esta epidemia não enfraquecera nossa democracia, nem afetar nossa liberdade.

Até nova ordem, nossas fronteiras com países não europeus continuarão fechadas.


Implantaremos em seguida, todos os meios necessários à proteção da população. Em complemento dos « gestos barreiras », que vocês conhecem bem e que sera necessário continuar, o Estado, à partir de 11 de maio em conexão com os prefeitos, devera permitir à cada francês, de obter uma mascara.

Para as profissões mais expostas e para certas situações, como dentro dos transportes públicos, o uso da mesma poderá tornar-se sistemático.

Isto sera possível graças à nossas importações e à formidável mobilização de empreendedores e empregados em todo o território nacional, para produzir massivamente este tipo de mascara.


O Governo apresentara daqui 15 dias, baseado nestes princípios, o plano para o Apos 11 de maio e os detalhes da Organização de nossa vida cotidiana.

Serão realizados pontos de encontro regulares para que possamos adaptar as medidas tomadas e juntos, decidirmos de maneira regular para ajusta-las.


Então, qual o prazo à partir dai, poderemos imaginar o fim definitivo desta provação ? Quando é que poderemos retornar à vida de antes ? Eu entendo estes questionamentos e eu os compartilho. Eu gostaria tanto de poder dizer tudo e responder à cada uma destas questões. Mas com toda franqueza e toda humildade, nos não temos respostas definitivas a tudo isto.

De acordo com os primeiros dados que serão em breve afinados por aquilo que chamamos « testes sorológicos », uma pequena minoria de franceses contraíram o COVID-19. Isto significa que estamos longe do que os especialistas chamam de imunidade coletiva, ou seja, o momento onde o vírus para por ele mesmo de circular, pois a maioria entre nos o contraiu.

E por esta razão que a primeira via para sair desta epidemia é a da Vacina. O melhores talentos e pesquisadores do mundo todo trabalham neste objetivo. A França é reconhecida nesta matéria e possui excelentes recursos e esta é sem duvida, a solução mais segura, mesmo se serão necessários diversos meses para que ela seja realizada.

Nosso pais investira ainda mais nas pesquisas e trara nos próximos dias uma iniciativa junto à nossos parceiros, para acelerar os trabalhos que já estão em andamento.


A segunda via, são os tratamentos. Nos trabalhamos nisto desde o primeiro dia. E eu sei, houveram muitos debates sobre isto no Pais. Todas as opiniões são exploradas e nosso Pais é aquele que mais engajou os testes clínicos para que todas as pistas sejam perseguidas. E acreditem, nossos médicos, nossos pesquisadores trabalham sem cessar. Nenhuma pista é negligenciada, nenhuma pista a sera. Eu me comprometo !


Voilà ! Esta noite eu compartilho com vocês aquilo que sabemos e o que não sabemos. Nos terminaremos por ganhar, mas nos viveremos ainda muitos meses com este vírus. Com humildade, precisamos hoje decidir e agir, levando em consideração as incertezas com lucidez, sim, pois, olhem a Asia, onde o vírus parecia ter sido vencido e ele retorna em diversos países que novamente, decidiram fechar suas economias. Precisamos então proceder com calma e coragem.


Mas o que eu sei, o que eu sei neste momento, meus caros compatriotas, é que a Nação resta de pé, solidaria, num objetivo comum.

Diziam que nos éramos um povo indisciplinado e vejam nos, respeitando as regras e disciplinas das mais rigorosas jamais impostas ao nosso povo em tempos de paz !

Diziam que nos eramos um povo exausto, rotineiro, longe da época das fundações e voilà ! muitos de vocês competem em dedicação e compromisso com o inesperado desta ameaça !

Todos solidários, fraternais, unidos, concidadãos de um Pais que enfrenta suas dificuldades. Concidadãos de um Pais que debate, que discute, que continua à viver sua vida democrática, mas que resta unida. E eu quero nesta noite compartilhar com vocês, no meio desta provação, este orgulho ! Esta certeza de que a França esta viva e criando. Tudo isto deve nos encher de esperança.

Durante as semanas que virão, o Governo, o Parlamento, nossa administração,

junto às nossas prefeituras e eleitos locais, iremos preparar o Depois.


Para aquilo que me diz respeito, me incumbirei de levar à Europa nossa voz à fim de ter mais união e solidariedade. As primeiras decisões foram tomadas na boa direção, que seja em relação ao Banco Central Europeu, que seja em relação à Comissão Européia ou dos Governos.

Mas nos estamos num momento de verdade que impões mais ambição, mais audácia, um momento de refundação !


Nos devemos também saber ajudar nossos vizinho da Africa à lutar contra o vírus de forma mais eficaz, à ajuda-los também sobre o plano econômico, anulando massivamente suas dividas.


Sim ! Nos não ganharemos jamais sozinhos !


Pois hoje, em Bergame, Madrid, Bruxelles, Londres, Pékin, New York, Alger ou Dakar, nos choramos os mortos de um mesmo vírus. Então, se nosso mundo sem duvida, ira se fragmentar, é nossa responsabilidade de construir desde hoje, novas cooperações solidarias. Cabe à nos também, nas próximas semanas, preparar o Depois.


Será necessário reconstruir nossa economia, mais forte, à fim de produzir e dar novamente esperança à nossos empregados, nossos empreendedores, guardar nossa independência financeira.

Sera necessário reconstruir uma independência agrícola, sanitária, industrial e tecnológica francesa e mais autonomia estratégica para nossa Europa. Isto passara por um plano massivo para nossa saúde, nossas pesquisas, nossos idosos entre outros.


Será necessário lembrarmos também que nosso Pais, hoje, depende inteiramente de mulheres e homens nossa economia reconhece e remunera tão mal… « As distinções sociais não podem ser fundadas unicamente sobre a utilidade comum » Estas palavras, os franceses às escreveram ha mais de 200 anos. Nos devemos hoje retomarmos a tocha e dar toda sua força à este principio.


Será necessário construir uma estratégia onde nos reencontraremos o tempo, a possibilidade de planificar, a sobriedade motora, a prevenção, a resiliência que permitirão de encarar as crises futuras.


Estas evidências que se impõem hoje, mas que não serão suficientes. Eu retornarei aqui para falar com vocês sobre o Depois. O momento que vivemos é um choque intimo e coletivo. Saibamos vivê-lo como tal. Ele nos faz lembrar que somos vulneráveis, e sem duvida, esquecemos disto. Não procuremos de imediato encontrar a confirmação daquilo que sempre acreditamos. Não.


Saibamos, neste momento, sair dos caminhos já trilhados, das ideologias, saibamos nos reinventar – e eu, primeiramente.

Existe nesta crise uma oportunidade : nos ressoldarmos e provarmos nossa humanidade, construir um outro projeto em harmonia. Um projeto francês, uma razão de vivermos junto e profundamente.

Nas próximas semanas, com todos os composantes de nossa Nação, eu me incumbirei de desenhar o caminho que tornara tudo isto possível !

Meus caros compatriotas, nos teremos dias melhores e nos reencontraremos os dias Felizes. Estou convicto disto.


E as virtudes que hoje nos permitem de suportar, serão aquelas que nos ajudarão à construir o futuro, nossa solidariedade, nossa confiança e nossa vontade.

Então, cuidem de vocês, cuidem um dos outros.


Vamos conseguir !

Vive la République!

Vive la France !


Fonte: https://www.elysee.fr/emmanuel-macron/2020/04/13/adresse-aux-francais-13-avril-2020

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